quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Palavras ao Vento

"Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum!" Tiago 1:26
 

Antes de falar, ESCUTE; Antes de escrever, PENSE; Antes de gastar, GANHE;

Antes de julgar, ESPERE; Antes de orar, peça PERDÃO e PERDOE; Antes de desistir, TENTE;
 
  
Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
 
 
Algum tempo depois, descobriram que era inocente.
 
 
O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.
 
 
No tribunal, o homem disse ao juiz:
 
 
Comentários não causam tanto mal...
 
 
E o juiz respondeu:
 
 
Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença!
 
 
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
 
 
Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
 
 
Respondeu o homem:
 
 
O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
 
 
Ao que o juiz respondeu:
 
 
Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
 
 
"Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".
 
 
Nunca se esqueça:
 
 
Quem ama não vê defeitos...
 
Quem odeia não vê qualidades...
 
E quem é amigo vê as duas coisas!
 
 
Preste Atenção em seus PENSAMENTOS,
pois eles se tornarão PALAVRAS.
 
 
Preste atenção em suas PALAVRAS,
pois elas se tornarão ATOS.
 
 
Preste atenção em seus ATOS,
pois eles se tornarão HÁBITOS,
 
 
Preste atenção em seus HABITOS,
pois eles moldarão seus CARÁTER
 
 
Preste atenção em seu CARÁTER,
pois ele determinará seu DESTINO...
 
 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Parábola da Pedra!

                                                                                             
O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já Davi matou Golias; e Michelangelo extraiu dela a mais bela escultura…
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe “pedra” no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independentemente do tamanho das pedras no decorrer de sua vida, não existirá uma que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual. Quanto a sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá lhe dar sabedoria para mais tarde você olhar para ela e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.




Na fé,

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quais as murallhas de sua vida?

                                                                                          


Muitas pessoas tem se deparado com muralhas em sua vida, e o que seriam estas muralhas?
Seriam as dúvidas, o medo, a insegurança, a ansiedade.. enfim vários motivos que tem levado a muitos pararem no caminho.
   Por isso sempre ensinamos a não agir no sentimento e sempre na fé. Derrube estas muralhas de  sua vida, claro que não será fácil, afinal quem disse que é fácil?!
   Terá que viver estapas de sua vida, e terá de vencer dia a dia, a diferença é que, você não estará sozinho.


Só depende de você.


Na fé, e de fé em fé!!

domingo, 25 de setembro de 2011

Deveria, teria, poderia

                                                         


Eu deveria ter/ teria/ poderia ter/ feito isto ou aquilo.

Mas você não o fez.

Fim da história. Supere isso.

O problema com esses três verbos tão essenciais à língua portuguesa, é que eles são retrógrados — nos fazem sempre olhar para o passado — além de que frequentemente são usados para expressar um sentimento de pesar ou culpa.

Não há muito o que fazer sobre o que você deveria/teria/poderia ter feito, mas não o fez. Aprender uma lição, talvez, mas não muito mais que isso.

Muito mais úteis são: vou, irei, e posso. Estes exigem que você olhe para a frente, seja ousado, acredite, e tome atitude.

Adivinhe quais desse dois grupos as pessoas espiritualmente inteligentes preferem usar?


Extraído do Blog:

Bp. Renato Cardoso

sábado, 24 de setembro de 2011

A Rosa e o Sapo!

 
 
Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida em saber que era a rosa mais linda do Jardim. 
 
Mas começou a perceber que as pessoas só a observavam de longe. 
 
Acabou se dando conta de que, ao seu lado sempre havia um sapo grande, e esta era a razão no qual ninguém se aproximava dela.  
 
Indignada com a descoberta ordenou que o sapo saísse de perto dela imediatamente. 
 
O sapo, muito humildemente, disse:
 
Esta certa, se é assim que você quer... 
 
Algum tempo depois, o sapo passou próximo de onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha e sem pétalas. 
 
Penalizado, disse a ela: 
 
Que coisa horrível, o que aconteceu com você? 
 
É que desde que você foi embora, as formigas se aproximaram e me comeram dia à dia, e agora nunca mais vou voltar a ser o que era. 
 
O sapo respondeu: 
 
Quando eu estava por aqui, eu comia todas as formigas que se aproximavam de ti, por isso eras a rosa mais bonita do Jardim.  
 
Muitas vezes não valorizamos os outros, por acharmos que somos superiores, mais "bonitos", de mais valor, e achamos que os outros não nos servem para nada. 
 
Deus não fez ninguém para "sobrar" neste mundo. 
 
Todos têm que aprender uns com os outros.  
 
Nunca devemos desvalorizar alguém.
 
Pode ser que uma dessas pessoas que não damos valor, nos faça um bem que nem nós mesmos percebemos. 
 
Que Deus nos abençõe e ajude a enxergar a beleza dos outros.
 
E lembrem-se principalmente, cada um de nós tem um valor insubstituível, talvez não visível aos olhos humanos, mas com certeza aos olhos de Deus.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Pato!!

                                           
Nas férias, dois irmãos visitavam seus avós no sítio.
O menino ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde, viu o pato de estimação da vovó.

Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste! Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da mata.
Beatriz, sua irmã, viu tudo, mas não disse nada aos avós.

Após o almoço, no dia seguinte, a avó disse:
— Beatriz, vamos lavar a louça.

Mas ela disse:
— Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha.

E olhando para ele sussurrou:
— Lembra do pato? — então, Felipe lavou os pratos.

Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse:
— Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar.

Beatriz apenas sorriu e disse:
— Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje.

E sussurrou novamente para ele:
— Lembra do pato?

Então, Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias, Filipe sempre ficava fazendo o trabalho de Beatriz até que ele, finalmente, não aguentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.

A vovó o abraçou e disse:
— Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando por quanto tempo você iria deixar a Beatriz lhe fazer de escravo!

Qualquer que seja o seu passado, ainda que de mentiras, enganos, maus hábitos, mágoas, seja o que for, você precisa saber que Deus estava na janela e viu como tudo aconteceu.
Ele conhece toda a sua vida, Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado.
Ele está apenas querendo saber por mais quanto tempo você vai deixar que o diabo te faça de escravo.
Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.
O preço é a fé para que Deus te perdoe.
Vá em frente, faça a diferença e lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!
A vontade de Deus nunca se manifestará sem que você tome uma atitude de fé.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O avô, o Neto e o Jumento


Há muito tempo, viajando pelo interior, seguia um velho que vinha montado em seu jumentinho, conduzido por seu netinho, que puxava o animal pelo cabresto. Aquela jornada estava longe de ser um lazer. Eles tinham como finalidade ir a uma feira na cidade grande, onde tentariam vender o animal de estimação e conseguir dinheiro para o sustento do velho e seu único neto, órfão de pai e de mãe.
E assim seguiram caminho afora. Ao passarem por um vilarejo, e tendo em vista haver ali muitas pessoas, logo começaram as críticas:
“Que absurdo!”, falava aquela gente, com os ânimos bastante exaltados ao ver a criança a pé e o velho montado no jumento. “O juizado da infância e da juventude tem de saber disso e tomar as devidas providências! Como pode uma coisa dessas? Que desnaturado!”, comentavam.
Sentindo-se desconfortável diante daquela situação tão constrangedora, o velhinho de pronto trocou de posição com o menino, que agora seguia montado no jumento com o avô puxando o animal.  “Bom, agora certamente acho que ninguém ficará chocado, nem falará nada!”, pensou ele.
E assim tocaram em frente sua jornada. Mas, ao entrarem num novo vilarejo, novamente ouviram novas críticas:
“Que absurdo! Coitado do velhinho! Ele é quem tinha de estar montado sobre o jumento, não o menino! Isso não é possível! Que mundo é esse onde ninguém respeita o estatuto do idoso? Aonde nós vamos parar?”, era o que se ouvia.
E novamente o bom velhinho, quase sem saber mais o que fazer, fez outra troca. Sentou-se sobre o jumentinho com o menino e, assim, continuaram sua jornada.
Na cidade seguinte, os comentários foram muito mais fortes:
“Olhem que absurdo! Coitadinho do pobre jumento, carregando esses dois marmanjos! A sociedade protetora dos animais devia tomar alguma providência!”
Moral da história: nunca será possível agradar a todos. Quem insistir, certamente será um frustrado na vida.
Deus tem dado a fé para que cada um ande de acordo com ela. Não de acordo com a opinião alheia!

Na fé e de fé em fé!!